A poesia é parte minha ou minha parte?,
É meu trabalho ou minha arte?
É minha feiura ou minha beleza?
Minha dúvida ou minha certeza?
Seria ela a criança ainda pura,
Curiosa por ouvir,
O que fala o coração,
Pelo buraco da fechadura.
Um presente pra vc :) by Duh Paiva
Um Lance de Dados
Eu sou uma ficcção? poemas, contos, artigos, manifestos,amigos.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Leva tudo que é liso e assim paraliso o que arremeda uma história e enfeitiço a memória para que nela caiba só o que enleva e o que encerra inferno e enreda paraíso mesmo que para isso seja preciso um pouco da tua calma e todo o alvoroço do que seja mais louco da minha alma
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alguma coisa acontece no meu coração
Local:
Colonia, Uruguay
domingo, 25 de dezembro de 2011
meu bem
esfreguei tantono vão da portatua espera
que embora eu sintaquão longos dias
eu passo morta
e quanto a noiteme desespera
corro pra ruae beijo a lua
cheia ou meiapouco importa
mesmo que eu minta
que fico inteira
se acaso
se acaso
voltas
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joguinhos para resistir e existir
Local:
Estados Unidos Mexicanos
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
será minh'alma
ou é minha cuca
boiando
louca
à beira do
abismo?
estrela voando
e
por isso
cismo?
ou é minha cuca
boiando
louca
à beira do
abismo?
by BB.
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joguinhos para resistir e existir
terça-feira, 17 de maio de 2011
de água e carmim
água espera que tanto seca o lugar do silêncio observa a pluma caída do lado de fora de mim
e assim nenhuma conserva me enleva ao longo túnel sem fim e eu me embebedo e escondo este frio no calcáreo do fundo do rio e borbulho sem fé sem poder desalmada tola e escrava de açúcar com asas de neve absurda olhar de alecrim esparjo o aroma de sálvia e púrpura doce e à noite convulsa desmaio cativa
tão longe de mim esfrego e enrolo alimentos em todas as bocas e lavo todas as fossas com seus excrementos e viro rosa de sangue carmim
e assim nenhuma conserva me enleva ao longo túnel sem fim e eu me embebedo e escondo este frio no calcáreo do fundo do rio e borbulho sem fé sem poder desalmada tola e escrava de açúcar com asas de neve absurda olhar de alecrim esparjo o aroma de sálvia e púrpura doce e à noite convulsa desmaio cativa
tão longe de mim esfrego e enrolo alimentos em todas as bocas e lavo todas as fossas com seus excrementos e viro rosa de sangue carmim
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domingo, 15 de maio de 2011
Luna llena
(ou)
um domingo pode ser menos chato se desejo
deito um nu em riste sob a lua triste roço os beiços na fonte fria e a água voa como águia e coa a alma em leite que ainda lenta soa
crio o signo e nem cismo mais
caio feito um cisco assim
como um risco
escorro nos vãos da porta
um beijo
quebro tudo só pelo beijo largo o mundo atrás desse beijo esfrego o corpo em todos os lodos e em tudo e em todos
me viro e viro pelo avesso o mundo
só porque assim desejo
boa noite.
um domingo pode ser menos chato se desejo
deito um nu em riste sob a lua triste roço os beiços na fonte fria e a água voa como águia e coa a alma em leite que ainda lenta soa
crio o signo e nem cismo mais
caio feito um cisco assim
como um risco
escorro nos vãos da porta
um beijo
quebro tudo só pelo beijo largo o mundo atrás desse beijo esfrego o corpo em todos os lodos e em tudo e em todos
me viro e viro pelo avesso o mundo
só porque assim desejo
boa noite.
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