sigo sôfrega atrás de mim mesma depois de cavar extremos e mergulhar a esmo até que eu sucumba a impulsos que não me perdoem e meu coração tresloucado salte e voe atrás dos seus corações para que sempre me atordoem
Creio que o belo da vida é essa eterna busca por nós mesmos, sempre temos algo a aprender sobre quem somos, assim como sempre vamos nos surpeender com a força que passamos a ter.
no fim e no fundo cada noite um tango me desconcerta uma luta me encolhe e me expande feito fantasma não sei se ando ereta ou se pareço torta ou se sinto estar torta e só talvez esteja certa ou se no fundo tudo é medo ou se a vida é coisa rasa e no fim tudo é simples demais e isso é no fundo o que choca vivo de ensaio e de arremesso e se me considero um projeto ou se alcanço o outro extremo o que é vero é sempre um desmaio que é bem mais difícil mas certo só sei que o sério não se sustenta e no fundo me dá um baita cansaço um enjoo profundo e não compensa no fim boto fora o que camufla e explica cartesianamente desse encolhido ocidente o tamanho coma pouca gente gosta quase ninguém entende sorry sejam pacientes eu nunca quis ser madona inté
Comentários
beijos
besos
Tua poesia me desmonta, Beth.
Bacione,
Jura.